“Casamento” gay

18 05 2010

Há muito que não vinha aqui, mas o facto de ter sido aprovado recentemente pelos políticos do meus país, uma lei que legaliza uma aberração,  o chamado “casamento” gay, fez com fosse obrigado, por uma questão de consciência a desabafar neste cantinho.

Não sou de esquerda, nem do centro, nem de direita, antes reconheço boas e más praticas políticas em todos os quadrantes. Não compreendo como é que num partido,  se pode estar sempre de acordo com tudo, mesmo que isso vá contra a nossa consciência. Enfim cada um saberá responder….

Quando ouvi os considerandos do  Presidente da Républica, tive esperança que tivesse a coragem de vetar essa aberração de lei, mesmo correndo o risco de ter de ser aprovada mais tarde. As razões foram a crise económica, mas como nem só de pão vive o homem, era importante sabermos que nem todos os políticos concordam com estes ataques à instituição familiar. Pessoalmente não reconheço ligitimidade nesta lei só porque foi aprovada na Assembleia da Républica, por uma razão muito simples, não é este o sentimento da maioria dos portugueses. O referendo de que tiveram receio, colocaria tudo na sua devida ordem. Assim como no Estado Novo, havia sentimentos de revolta que culminaram no 25 de Abril, também agora sinto essa revolta. Tenho direito à indignação e estou manifestá-lo para quem quiser ler.

 Assim como um cego, um surdo ou deficiente motor, não são pessoas normais (sem que isto tenha uma conotação depreciativa), também os gays o não são e há que dizer isto com toda a frontalidade. São desvios comportamentais que se desviam do padrão na normalidade.

As perversões sexuais devem ficar entre muros, e não virem para a praça pública. Seria bom alguém explicar a essas pessoas de que o ânus(por exemplo) não é um orgão sexual.

Chamar casamento à união entre pessoas do mesmo sexo, é uma ofensa às pessoas que de facto celebraram o verdadeiro casamento (homem e mulher).

Tenho o direito de quando disser a alguém que sou casado, de não existirem dúvidas que casei com uma mulher.

O que não consigo perceber, é que, havendo mais formas jurídicas de estas pessoas terem os mesmo direitos (Irs e outros impostos, direitos de sucessão, heranças….), o porquê de lhes quererem chamar casamento. O que está por detrás de tudo isto se não uma atitude no mínimo provocatória para a maioria dos portugues?? 

Por mim a tradição ainda é o que era, sinto vergonha, não de  Portugal, mas de quem nos governa.

O que mais iremos esperar desta classe política????? Socorro….

Haja decência.


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